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Estação de Tratamento de Esgoto - ETE
A Estação de Tratamento de Esgotos -
ETE do residencial Jurerê Internacional é
totalmente automatizada e controlada à distância,
a partir da Estação de Tratamento de Água
- ETA. Este sistema proporciona segurança operacional
e garantia na proteção ambiental.
A operação e monitoramento são
feitos, 24 hs por dia, através de computadores
na ETA e também por meio de notebooks, em acesso
remoto. Isto quer dizer que funcionários em quaisquer
pontos do planeta, se necessário, podem verificar
e até intervir, se necessário, no funcionamento
da ETE, necessitando para isso apenas de uma conexão
via telefone.
O processo de tratamento dos esgotos biológico
é o de lodos ativados por batelada - SBR (Sequencing
Batch Reactors), com tecnologia atual e com maior eficiência,
resultando em efluentes tratados de alta qualidade para
serem devolvidos a natureza.
O residencial Jurerê Internacional foi um dos
primeiros locais no Brasil a implantar e operar o sistema
de coleta de esgotos à vácuo, na etapa
Amoraeville, a partir de 2004. Este sistema de tecnologia
de ponta americana propociona maior eficiência
na coleta dos esgotos e na preservação
ambiental, através da sua maior segurança
operacional, evitando a contaminação do
lençol freático.
Relatórios Anuais do Sistema
de Tratamento de Esgotos
Acesse
abaixo |
OBS: Para alguns relatórios é necessário
o Adobe Acrobat Reader para que o arquivo
seja aberto. Após aberto, colocar
o zoom em 300% para uma boa visualização
dos dados.

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Peneira
Dispositivo compreendido por peneiras metálicas
paralelas, destinadas a reter substâncias
grosseiras em suspensão (papéis,
trapos, materiais plásticos, etc.). Protegem
as tubulações e equipamentos do
sistema de tratamento contra obstruções
e reduzem o volume de escuma nos tanques.
Caixa de areia
Retém areias e outros detritos inertes
e pesados que se encontram nos efluentes (seixos,
partículas metálicas, etc.). A remoção
protege as bombas, evita entupimentos e obstruções
de canalizações, e impede o depósito
de material inerte nos outros dispositivos do
tratamento. A deposição das partículas
dá-se pela redução da velocidade
de escoamento que permita a deposição
destes resíduos no fundo da caixa.
Desinfecção
É efetuada via automação
uma desinfecção final com hipoclorito
de sódio (cloro), de forma a garantir baixos
valores de coliformes no efluente final tratado.
Tratamento de lodo
É realizado através de um sistema
de canteiros de secagem de lodo com uma área
total de aproximadamente 600 m². O lodo,
após seco nos leitos de secagem, é
encaminhado para disposição em aterro
sanitário industrial, devidamente licenciado
pelos órgãos ambientais.
Destino dos efluentes
da ETE depois de tratados
Irrigação
Finalmente, após desinfectado, o efluente
líquido é bombeado para disposição
por irrigação em área verde,
licenciada e ambientalmente monitorada.
A descarga controlada de efluentes por irrigação,
seja por aspersão (sprinklers) ou espalhamento
superficial sobre o solo, serve como suporte para
crescimento vegetal e é capaz de produzir
resultados melhores do que qualquer outro sistema
de tratamento sobre o solo.
Assim, embora o principal objetivo desse sistema
de irrigação seja o de disposição
do efluente líquido, também é
interessante lembrar que existem objetivos importantes
como o da preservação ambiental, através
da recarga do lençol freático. A recarga
artificial de aqüíferos com efluentes
tratados pode ser empregada para finalidades diversas,
incluindo o aumento de disponibilidade e armazenamento
de água, controle de salinização
em aqüíferos costeiros, controle de
subsidência de solos, entre outros.
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